RubenDos Santos

Tecnólogo. Nascido em Portugal, formado na Suíça, a construir a partir do Algarve para a Europa.

Retrato de Ruben Dos Santos

Os factos

Sempre que um facto tem uma fonte pública, a marca ao lado remete para ela.

Nascido em
Portugal
Vive em
Portimão, Algarve
Línguas
Português, francês, inglês, espanhol, italiano
Suíça
Trinta anos
Carreira
Vinte e cinco anos em TI. CIO de uma empresa industrial suíça aos trinta.
Hoje
Solvetus, Distilla, Accreditatio e Localis, através da RJDSM
Fonte: rjdsm.com
Consultoria
Solvetus — TI para empresas na Europa, nas Américas e em todo o mundo
Fonte: solvetus.com
Código
github.com/rubendossantos
Fonte: GitHub

De Portugal, pela Suíça, de volta a Portugal.

Nasci em Portugal e vivi cá até aos onze anos. Depois a minha família mudou-se para a Suíça, onde cresci, estudei informática e construí uma carreira em TI — CIO de uma grande empresa industrial suíça aos trinta.

Quase trinta anos na Suíça moldaram a minha forma de pensar: o rigor, a visão a longo prazo e a convicção de que bons sistemas tornam tudo o resto possível.

Portugal nunca me deixou. Voltei porque tinha saudades do meu país e porque acreditava que podia fazer algo útil com o que tinha aprendido. Demasiadas pequenas empresas por cá funcionam com um endereço Gmail e um ficheiro Excel, sem os sistemas de que precisam para competir e crescer. Sei o que as ferramentas certas conseguem fazer quando são bem implementadas. Voltei para fechar essa lacuna.

O tempo, a comida e a família também ajudaram.

Aquilo em que não cedo.

  • A tecnologia deve servir as pessoas, não explorá-las.

    Ferramentas que prendem, dados que pertencem a outros, sistemas desenhados para criar dependência — são escolhas, não fatalidades. Eu construo ao contrário.

  • As pequenas empresas merecem sistemas a sério.

    Um endereço Gmail e um ficheiro Excel não são uma infraestrutura. Cada pequena empresa merece as ferramentas que antes eram reservadas às grandes — bem implementadas, não apenas instaladas.

  • A soberania digital europeia importa.

    As nossas empresas e instituições devem controlar os seus próprios dados e infraestruturas. A nuvem não devia significar entregar a nossa autonomia a uma jurisdição que não partilha os nossos valores.

  • Construir para dez anos, não para o próximo trimestre.

    Não ando atrás de tendências. O que vale a pena construir leva tempo a ficar bem feito e ainda mais a fazer diferença. Prefiro fazer menos coisas bem feitas do que muitas à pressa.

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